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O que representa o Dia Internacional da Mulher?

Entenda como surgiu essa data e as conquistas das mulheres ao longo da história

Há décadas, mulheres de todo o mundo vêm lutando pela equidade entre os gêneros e pela conquista dos seus direitos. Existem registros históricos de diversas batalhas enfrentadas por mulheres em vários setores da sociedade, como política, educação e trabalho, e muitas conquistas já foram alcançadas ao longo dos anos. Para simbolizar essa luta feminina, no dia 8 de março foi decretado o Dia Internacional da Mulher.

Mas qual é a importância desse dia? Como ele surgiu e qual é o seu objetivo? Antes de tudo, é importante entendermos como e por que a luta das mulheres pelos seus direitos começou.

 

Luta pelos direitos femininos e suas conquistas ao longo dos anos

A realidade é que, toda mulher que você conhece, provavelmente já sofreu assédio na rua, já foi alvo de fofocas e comentários maldosos ou já passou por situações humilhantes em um ambiente de trabalho, de estudo ou até mesmo de lazer. Situações como essas acontecem diariamente ao redor do mundo, e histórias que parecem ser totalmente diferentes em sua essência, se cruzam quando nos damos conta de que todas elas foram causadas pelo mesmo fator: machismo inserido em nossa sociedade.

Por isso, cada vez mais, as mulheres têm se unido para buscarem pelos seus direitos e conquistarem seu espaço. No entanto, engana-se quem acredita que a militância feminina – ou feminismo, como é chamado o movimento liderado por mulheres – existe há pouco tempo. O movimento que deu origem à luta das mulheres contra o preconceito nasceu quando suas primeiras idealizadoras demonstraram insatisfação com o papel secundário da mulher na sociedade, há muitos anos atrás.

Por causa da condição imposta sobre as mulheres, não existem muitos registros de movimentos reivindicando pelos seus direitos antes do século XIX, e até hoje é um desafio apresentar uma história linear sobre o tema – até mesmo especialistas que analisaram toda a sua linha do tempo não conseguem chegar em um consenso. No entanto, podemos dividir grande parte das conquistas femininas ao longo dos anos em ondas:

A primeira onda foi marcada na segunda metade do século XIX, quando na Europa e nos EUA começaram a surgir mobilizações pelo direito ao voto feminino, ao estudo, à herança, propriedade privada e ao trabalho remunerado. O direito ao voto foi um dos primeiros passos a serem alcançados na era pós-Revolução Industrial, e as sufragistas – como eram conhecidas as mulheres militantes na época – passaram a questionar ainda mais a sociedade machista e a pedir que os direitos se estendessem a elas.

Na década de 50 do século XX, ao final da Segunda Guerra Mundial, surgiu a segunda onda do feminismo, agora reivindicando também o direito ao corpo e ao prazer e quebrando diversos tabus. Diversas autoras e mulheres intelectuais como Simone de Beauvoir começaram a questionar a opressão psicológica imposta às mulheres, que faziam com que elas se tornassem submissas ao poder masculino. A partir de então, discussões começaram a ser feitas sobre o papel da mulher em relação à família, sexualidade, trabalho doméstico, divisão do trabalho em casa, etc. e na década de 1970, os movimentos europeu e norte-americano se consolidaram.

A terceira e última onda, que persiste até os dias de hoje, teve início na década de 90. Por meio de contribuições à vida política, familiar e ao funcionamento da sociedade no geral, as mulheres buscam mostrar que desejam o fim da opressão masculina e a equidade entre os gêneros. Possui várias correntes de pensamento e é separado em vertentes, além de contar com a internet como um poderoso instrumento de aproximação e discussão entre mulheres de qualquer lugar do mundo. A tecnologia permite cada vez mais que as mulheres se unam e debatam sobre o tema.

No Brasil, o movimento da luta das mulheres também passou por todas as ondas e sua evolução. No entanto, foi apenas com a declaração da ONU no ano de 1975 sobre o Ano Internacional da Mulher que o cenário passou a ser mais propício à visibilidade do movimento. Os debates ganharam maior espaço e na década de 80 passou a ser uma força mais consolidada. Grandes passos foram dados a partir de então, como a fundação das Delegacias de Defesa da Mulher e a constituição do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM).

Ao longo da história pudemos presenciar inúmeras conquistas por parte das mulheres. No Brasil e no mundo essa luta começou há séculos atrás e segue até hoje gerando vitórias graças à incansável vontade das mulheres de conseguirem maior espaço e valorização na sociedade.

 

 

 

Como o dia 8 de março foi instituído o Dia Internacional da Mulher?

O dia 8 de março é um dia simbólico para a conscientização de todas as lutas enfrentadas pelas mulheres ao longo dos anos. As histórias que remetem à sua criação existem desde o século XIX, quando organizações femininas de operárias protestavam em diversos países da Europa e nos EUA por melhores salários, jornada e condições trabalhistas.

O primeiro Dia Nacional da Mulher foi criado em maio de 1908 nos EUA, quando cerca de 1500 mulheres se manifestaram em prol da igualdade econômica e politica no país. No ano seguinte, o Partido Socialista dos EUA oficializou a data no dia 28 de fevereiro, em um protesto com mais de 3 mil pessoas em Nova York.

Em 1910, uma segunda Conferência Internacional de Mulheres Trabalhistas foi realizada em Copenhague, na Dinamarca, com mais de 100 mulheres de 17 países, representando sindicatos, partidos e clubes de mulheres trabalhadoras. Nela, surgiu a ideia do Dia Internacional da Mulher por Clara Zetkin, líder do “Gabinete das Mulheres” para o Partido Social Democrata na Alemanha, e foi aprovado por unanimidade.

Depois de oficializado, o Dia Internacional da Mulher foi homenageado pela primeira vez na Áustria, Dinamarca, Alemanha e Suíça no dia 19 de março. No entanto, menos de uma semana depois, no dia 25 de março de 1911, centenas de pessoas – 123 operárias mulheres e 23 homens – morreram em um incêndio em uma fábrica têxtil em Nova York. As condições de trabalho da fábrica não eram as melhores: têxteis inflamáveis guardados em toda a fábrica, fumar era frequente, a iluminação era a gás e a não existiam instintores. O trágico evento, que foi chamado de “Triangle Fire”, chamou a atenção para as condições de trabalho e legislação trabalhista nos EUA, e o tema se tornou um foco de luta das mulheres.

Em 1913, às vésperas da Primeira Guerra Mundial, o Dia Internacional da Mulher foi transferido para o dia 8 de março e esse dia permaneceu até hoje. Nos anos seguintes, mulheres de todo o mundo realizaram manifestações e greves a pedido de seus direitos na data, que tem como maior objetivo a conscientização da sua luta.

O ano de 1975 foi designado pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o Ano Internacional da Mulher, e em dezembro de 1977, o Dia Internacional da Mulher foi adotado pela Organização com o objetivo de lembrar as conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres.

Em julho de 2010 foi instituída pela Assembleia Geral da ONU a ONU Mulheres, Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e Empoderamento das Mulheres. Em conjunto com o Pacto Global, a organização criou os Princípios de Empoderamento das Mulheres (veja o documento na íntegra) que consistem, basicamente, no conjunto de considerações que ajudam a comunidade empresarial a incorporar em seus negócios valores e práticas que visem a equidade de gênero.

 

 

Luta atual e o ativismo na internet

Apesar de todas as conquistas ao longo dos anos, a luta feminina pelos seus direitos ainda está longe de acabar. Um estudo feito pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública revelou que, a cada 11 minutos, uma mulher sofre de violência sexual no país e apenas 35% dos casos são notificados. Muitas vezes a vítima deixa de procurar ajuda por constrangimento, sentimento de culpa ou medo do agressor. Além disso, de acordo com dados divulgados pela Central de Atendimento à Mulher, nos primeiros dez meses de 2015, 85,5% dos casos corresponderam a situações de violência doméstica e familiar contra as mulheres. Os dados mostram como o machismo pode causar um perigo real para as mulheres na sociedade em que vivemos, e por isso é importante que movimentos contra ele tenham visibilidade.

Cada vez mais, na era da informação e da tecnologia em que estamos inseridos, os movimentos sociais vêm surgindo em forma de ciberativismo, unindo diversas ações em busca de transformações efetivas. E não é diferente na luta das mulheres. Com a chegada da internet, a troca de informações e comunicação entre as pessoas foi facilitada, fazendo com que militantes enxergassem maneiras de atingirem milhares de pessoas.

As redes sociais possibilitaram que mulheres de diferentes lugares, classes sociais, pensamentos, religiões e estilos de vida se unissem para combater o machismo. Novas maneiras de protestos e de debates surgiram, como por exemplo a criação de grupos e páginas do Facebook com milhares de mulheres dispostas a debaterem e aprenderem mais sobre o feminismo, aplicativos para celular que podem ajudar a mulher em alguma situação de perigo, coletivos e frentes feministas em faculdades e colégios, organização de eventos para encontros e debates e até mesmo revistas e livros online sobre o tema. Todas essas novas possibilidades ajudaram mulheres a desconstruírem ideias machistas que lhes foram impostas anteriormente.

A internet passou a ser uma ferramenta importante, não só de divulgação, mas também de crítica, debate e diálogo com diversos setores da sociedade. A possibilidade de autonomia para a produção de conteúdos nas redes sociais iniciou também uma série de campanhas que surgiram por meio do Facebook. Juliana de Faria, criadora do blog Think Olga, foi idealizadora de importantes campanhas como Chega de Fiu Fiu (2013), #MeuPrimeiroAssédio (2015) e #MandaPrints (2016), que viralizaram e ganharam visibilidade até mesmo em sites tradicionais de notícias.

Baseada em uma pesquisa elaborada pela jornalista Karin Hueck no ano de 2013, a jornalista Juliana de Faria coletou 7762 respostas de mulheres sobre assédio nas ruas diariamente e 98% delas afirmaram que já foram assediadas de alguma maneira, 83% não achavam legal, 90% já trocaram de roupa antes de sair de casa com medo de sofrer assédio e 81% já haviam deixado de fazer algo – ir a algum lugar, passar na frente de uma obra, sair a pé na rua – pelo mesmo motivo. A partir disso, foi criada a campanha Chega de Fiu Fiu, onde imagens foram compartilhadas pelas redes sociais por milhares de pessoas com a intenção de combater o assédio em espaços públicos.

Mas o que era apenas uma campanha no Facebook acabou se popularizando e tornando-se uma das principais vozes sobre o tema no país. Com a maior conquista de público, foi criado um Mapa Chega de Fiu Fiu, que relacionava geograficamente os locais e motivos que aumentam a incidência de casos de assédio em determinadas áreas, além de soluções que mudem essa realidade.

A partir de então, o Think Olga tornou-se uma voz importante contra o assédio no Brasil, realizando parcerias para diversas iniciativas no aumento da conscientização do tema, como o ebook Meu Corpo Não é Seu, a cartilha informativa do Ministério Público de São Paulo, e um documentário chamado Chega de Fiu Fiu, que será lançado em breve. Confira o trailer abaixo:

 

 

Já a campanha #MeuPrimeiroAssédio foi feita em forma de hashtag para chamar atenção da maior quantidade possível de pessoas. Realizada em 2015, fez com que milhares de mulheres publicassem em seus perfis pessoais das redes sociais relatos da primeira vez em que se lembravam de terem sofrido qualquer tipo de assédio. A campanha foi extremamente importante para que o assunto fosse debatido e cada vez mais homens tomassem consciência do problema, chegando a até 82 mil posts. Em uma análise de um grupo com 3.111 histórias, o Think Olga constatou que a idade média do primeiro assédio é de 9,7 anos e 65% dos crimes são cometidos por conhecidos. Entre as palavras mais citadas nos posts, podemos encontrar “casa”, “homem”, “mão”, “escola”, “pai”, “primo”, “tio” e “medo”.

 

Veja alguns posts feitos nas redes durante a campanha:

 

Mais recentemente, a campanha #MandaPrints, também em formato de hashtag, teve como objetivo transformar a internet em um lugar mais seguro para as mulheres e encoraja a denúncia por meio de prints – que devem ser encaminhados para delegacias – de todos os abusos daqueles que tornam as redes sociais um local menos seguro.

Veja um vídeo da campanha produzido pelo Think Olga com a especialista em Direito Digital, Gisele Truzzi, explicando como as agressões online são processadas na lei e como as mulheres podem procurar pelos seus direitos:

 

 

O uso de ferramentas tecnológicas como sites de vídeos, redes sociais e a internet no geral é uma das principais características da luta feminina no século XXI. As mulheres atualmente já são desde cedo incentivadas a propagarem suas ideias no ciberespaço e mostram para cada vez mais pessoas que a desigualdade é um problema coletivo, e que todas as mulheres devem se unir na luta contra ela.

 

 

Mercado de trabalho

Não é novidade também o preconceito que as mulheres enfrentam dentro do mercado de trabalho. Um relatório realizado em 2017 pelo Fórum Econômico Mundial afirma que a igualdade de gêneros só será possível em 2095 e que a diferença na participação econômica e oportunidades para as mulheres gira em torno de 60%. O Brasil está em 124º lugar em uma lista de 142 países no ranking de igualdade de salários, e perde apenas para o Chile nos países das Américas. No país, as mulheres ganham, em média, 73,7% do salário dos homens segundo a última pesquisa da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios).

O problema começa desde o momento da entrevista de emprego e contratação. Um estudo divulgado em 2017 pela Universidade da Califórnia e pela Universidade do Sul da Califórnia revelou que as mulheres são interrompidas em suas entrevistas mais vezes do que homens, o que pode causar maior nervosismo. Além disso, costumam responder mais perguntas (em média 17 para elas e 14 para os homens) e muitas delas possuem um viés intimidador, para que ela prove sua capacidade. Já os homens, quando são interrompidos, normalmente é para ouvir algo positivo.

Pensando nisso, o Think Olga elaborou, em conjunto com a ThoughWorks Brasil – empresa de consultoria tecnológica que valoriza a contratação de minorias – uma lista com práticas preconceituosas que costumam ser recorrentes em ambientes de trabalho (muito mais do que imaginamos). Por meio dela, é possível identificar e perceber que não precisamos tolerar nenhum tipo de discriminação.

A equidade de gênero no local de trabalho é uma luta constante entre as mulheres desde o início dos movimentos femininos, e ela é alcançada quando as pessoas são capazes de acessar e desfrutar das mesmas recompensas, recursos e oportunidades independentemente do gênero. Uma simples análise do mercado mostra que mulheres possuem competência para assumir qualquer posto de trabalho, mas o preconceito ainda existe e está inserido na cultura de inúmeros lugares.

Dos oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODMs) do ano 2000, destaca-se o objetivo de promover a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres, e para um progresso maior, a ONU Mulheres propõe a adoção de um objetivo independente, que aborde a realização da igualdade de gênero, dos direitos das mulheres e seu empoderamento, que se apoie nos direitos humanos.

Uma dessas soluções inclui a igualdade de oportunidades entre os gêneros, recursos e responsabilidades. São necessárias políticas públicas para aliviar a dupla jornada das mulheres com emprego remunerado e para que, o mais rápido possível, possamos combater preconceitos e discriminações entre os sexos no mercado de trabalho.

 

Importância da inclusão e da visibilidade da mulher no mercado

A problemática da desigualdade das mulheres é tema discutido mundialmente, e é essencial que ela tenha visibilidade em lugares de grande alcance. Durante a premiação do Oscar em 2017, a atriz Patrícia Arquette, vencedora da categoria de Melhor Atriz Coadjuvante, levantou o assunto durante seu discurso e pediu para que as mulheres se unissem mais para conquistar igualdade de direitos e equiparação salarial.

 

Veja o vídeo completo do discurso da atriz:

 

Nos últimos dias, a premiação do Oscar 2018 também foi palco para um discurso de empoderamento feminino. A atriz Frances McDormand, que ganhou o prêmio de Melhor Atriz no filme Três Anúncios Para um Crime, fez um discurso ressaltando a importância da inclusão das mulheres na indústria cinematográfica. Enquanto agradecia, pediu para que todas as mulheres que foram indicadas – direta ou indiretamente – a qualquer categoria, se levantassem.

“Seria uma honra se eu pudesse ter todas as mulheres indicadas em todas as categorias aqui, de pé, comigo nesta sala hoje. Meryl, se você fizer, todas as outras vão fazer também” disse. “Todas nós temos histórias para contar e projetos para financiar. Não venham falar conosco sobre isso na festa hoje. Convidem a gente para ir até seus escritórios daqui alguns dias. Ou vocês podem ir aos nossos. O que encaixar melhor pra vocês. Assim, contaremos tudo sobre eles”, ressaltou, chamando a atenção de todos os produtores presentes na noite para que produzissem mais projetos comandados por roteiristas e diretoras.

McDormand terminou seu discurso destacando as palavras cláusula de inclusão. Significa que atores, roteiristas e diretores renomados podem exigir uma porcentagem de diversidade de gênero, étnica ou qualquer outra em seu contrato com uma produção. Dessa maneira, um profissional da área pode aceitar trabalhar em um projeto apenas se ele atingir determinada porcentagem de inclusão.

 

Confira o seu discurso completo:

 

O mercado publicitário também está, cada vez mais, mudando seu cenário predominantemente masculino e desenvolvendo maneiras de valorizar o trabalho da mulher. Uma pesquisa feita pelo Agency Scope revelou que 35% dos 405 entrevistados (anunciantes) consideram importante, como critério de seleção de uma agência, a presença de mulheres em cargos de gerência.

No entanto, há três meses atrás, os números apontados por pesquisas não foram nada animadores. A pesquisa “Hostilidade, silêncio e omissão: o retrato do assédio no mercado de comunicação de São Paulo”, realizada pelo Grupo de Planejamento, relatou inúmeros problemas em agências e outros ambientes de trabalho, chegando a um total de 90% das mulheres da indústria de comunicação que afirmaram já terem sofrido algum assédio sexual ou moral.

A partir de então, alguns projetos estão sendo divulgados recentemente pelo Propmark e pelo Meio & Mensagem para mudar essa realidade. Diversas grandes agências ressaltam não compactuarem com assédios e promovem conversas na empresa, além de disponibilizarem questionários anônimos onde denúncias podem ser feitas.

Outros projetos estão sendo encabeçados como por exemplo o Entre, realizado pelo CCO Domênico Massareto e ligado à plataforma de diversidade Publicis Plural que tem como objetivo capacitar jovens criativas; A WMcCann faz parte do Women Leadership Council (WLCC) – iniciativa regional da McCann Worldgroup que trata da diversidade na empresa – e afirmou que, em 2018, todas as promoções para cargos de liderança foram de mulheres; e a agência Ogilvy tem o projeto chamado Amamentaxi, onde as mulheres que acabaram de ter filhos e voltam da licença-maternidade podem pegar o taxi de ida e volta na hora do almoço para ver o seu bebê.

Inclusão é extremamente importante no mercado de trabalho, e cada vez mais as mulheres vêm sendo valorizadas e estão conseguindo provar sua capacidade – que não é pouca!

Empresas para informação, apoio e ajuda

  • Mulheres de Impacto: Iniciativa da ONU Mulheres e Think Olga. O canal de crowdfunding foi criado para consultoria e ativação de rede para projetos de empoderamento feminino.
  • ONU Mulheres: Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres.
  • Think Olga: Projeto para criar conteúdo que reflita a complexidade das mulheres e as trate com a seriedade que pessoas capazes de definir os rumos do mundo merecem.
  • Malala Fund: A Malala advoga a favor de recursos e novas políticas necessárias para garantir que todas as meninas completem 12 anos de estudo.
  • Women Tech Makers: O programa Women Techmakers do Google proporciona visibilidade, comunidade e recursos para mulheres na tecnologia.
  • MariaLab: Conhecido como um hackerspace feminista, é voltado para mulheres trocarem informações e conhecimentos sobre tecnologia por meio de oficinas e palestras que educam mulheres em eletrônica, programação, raciocínio lógico e tudo que as tornem capacitadas para o uso e desenvolvimento de tecnologias.
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