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A evolução da inteligência artificial: como está sendo utilizada por empresas no Brasil e no mundo?

Cada vez mais vemos avanços da inteligência artificial sendo utilizada por empresas para a otimização de trabalhos

Não é mais novidade que a tecnologia está em constante evolução. Graças a ela, hoje em dia a Inteligência Artificial, a Internet das Coisas, o Machine Learning, Realidade Virtual e Realidade Aumentada, por exemplo, estão surgindo e sendo aplicadas nas mais diversas áreas de atuação.

Muito do que antes parecia estar em um futuro extremamente distante, hoje já podemos presenciar ao vivo e a cores: robôs fazendo diagnósticos médicos, indicando produtos para clientes de acordo com as suas preferências, utilizando informações como o clima ou tempo no trânsito para indicar trajetos e até mesmo conversando com seres humanos para realizarem pesquisas online, marcarem horário em uma consulta ou pedirem comida em um restaurante. Todas essas funcionalidades têm em comum o uso da inteligência artificial, cujo impacto no mundo nos próximos anos será “tão grande ou ainda maior” que o da internet e o dos dispositivos móveis, de acordo com o laboratório de pesquisa Totvs Labs.

Segundo o pesquisador norte-americano Ray Kurzweil, em apenas 13 anos, a máquina irá se sobrepor ao homem e até 2030 os computadores serão mais inteligentes que os seres humanos. E essa previsão não é à toa. A pesquisa da Research and Markets realizada em 23 países – incluindo o Brasil – mostrou que, até 2025, o investimento anual na área de IA será de US$ 23 bilhões, com crescimento médio de 44,3% ao ano. E de acordo com a Gartner, a tecnologia se tornará motivadora de empregos até 2020, gerando 2,3 milhões de empregos novos enquanto elimina 1,8 milhão.

Além disso, outra previsão é que até 2021, o aumento de IA gere US$ 2,9 trilhões em valor comercial, economizando 6,2 bilhões de horas de produtividade do trabalhador já que irá assumir tarefas repetitivas, liberando seres humanos para outras atividades que necessitam de um esforço maior. Daqui alguns anos, o uso desses robôs se tornará uma vantagem competitiva, já que a IA melhorará a produtividade de muitos trabalhos, eliminando milhões de posições de níveis médio e baixo, mas também criando milhões de novas posições altamente qualificadas, de gerenciamento e até mesmo de entrada e de baixa especialização técnica.

No entanto, as mudanças não acontecerão apenas no futuro. Durante os últimos anos, já pudemos ver avanços significativos na área de Inteligência Artificial. As empresas já começaram a entender o impacto positivo que ela pode causar e passaram a utilizá-la ainda mais no cotidiano de trabalho. Espera-se que, daqui alguns anos, todas as empresas tenham assistente virtual inteligentes, dispositivos de voz sejam um diferencial, e tecnologias que antes pareciam inalcançáveis como reconhecimento facial ou relatórios elaborados por computadores sejam algo comum.

 

Quais avanços já estamos vendo nas empresas ao redor do mundo?

Atualmente, já podemos ver inúmeras mudanças acontecendo nas indústrias das mais diversas áreas por causa da inteligência artificial. Grandes empresas do mundo todo como Apple, Google e Facebook, assim como muitas outras, estão investindo significativamente em avanços na tecnologia.

A Apple, por exemplo, possui a Siri, sua assistente pessoal virtual. Por meio dela, são utilizadas ferramentas de reconhecimento de voz e processamento de linguagem natural para responder perguntas e interagir com seres humanos, fazer recomendações ou realizar ações a pedido dos usuários, como pesquisar algo no site de buscas, fazer uma ligação ou indicar produtos e serviços. Aparentemente, para a Apple, o futuro está na interação com objetos, mas não apenas com celulares ou tablets, como a Siri atualmente já faz. Tudo estará incluso: carros, televisores, eletrodomésticos, entre outros. Em resumo, espera-se que, em breve, cada vez mais objetos inteligentes estejam conectados à internet.

A Samsung, por exemplo, já apresentou uma TV que integra a sua plataforma de smart TV com o Bixby, assistente pessoal dos smartphones da Galaxy. O objetivo da empresa é utilizar a inteligência artificial dentro da própria casa dos consumidores, fazendo com que a assistente virtual receba comandos por voz e realize tarefas nos aplicativos que estão instalados na TV – como buscar algum canal, procurar vídeos no Youtube de atores específicos, etc. Além disso, a tecnologia também permite que a TV “converse” com outros objetos eletrodomésticos da casa, mostrando na tela, por exemplo, o que há dentro da geladeira.

O setor automobilístico também está passando por grandes mudanças com a AI. Grandes marcas de todo o mundo estão inserindo a tecnologia nos seus veículos, e os assistentes virtuais como a Alexa, o Google Assistente, Cortana (da Microsoft) e Siri (da Apple), terão capacidade de aprender funções como acender faróis, obter mapas e direções e controlar a rádio. O e-Palette, por exemplo, foi anunciado pela Toyota em parceira com marcas como a Amazon, Uber, Pizza Hut e Mazda, e trata-se de veículos autônomos programados para fornecerem experiências como compras e showrooms enquanto os clientes estiverem no trânsito.

A Microsoft desenvolveu recentemente a Cortana, assistente digital pessoal da empresa. Entre outras funções, ela ajuda os usuários a procurarem conteúdo no computador e gerenciarem seu calendário, além de se comunicar com os usuários para conhece-los melhor e oferecer uma experiência mais personalizada. O objetivo é que a Cortana reconheça perfeitamente a linguagem neural e não dependa mais de comandos específicos.

A discussão sobre assistentes virtuais é uma das mais comentadas atualmente. Segundo dados da iSpot.TV, o orçamento do Google em investimento publicitário foi de US$ 42 milhões para a promoção do Google Home no último ano. Enquanto isso, a Amazon investiu mais de US$ 32 milhões para o aumento das vendas da Alexa, sua assistente virtual. Essa tecnologia que possibilita a conversa com usuários pelo comando de voz será cada vez mais uma tendência entre as marcas. O impacto pode ser causado em diversas áreas, desde o varejo até a publicidade, onde os anúncios serão mais interativos. Por isso, é importante que as marcas estejam atentas às novas tecnologias e se adaptem para uma otimização de seus serviços.

Já o Facebook trabalha com inteligência artificial há anos. Em 2010, introduziu o reconhecimento facial em sua rede social, ferramenta que identifica as pessoas que aparecem nas imagens publicadas e sugere o seu perfil. Mais tarde, em 2013, seu CEO Mark Zuckerberg anunciou a criação de um laboratório de pesquisa em IA e a contratação de Yann LeCun, especialista no ramo e conhecido por trabalhar com Deep Learning. Entre os desenvolvimentos mais recentes da empresa, estão o Facebook App, aplicativo que usa redes neurais para descrever o conteúdo das imagens para usuários cegos, e o Facebook Maps, que utiliza IA para criar mapas detalhados de densidade populacional e acesso à internet em todo o mundo, como parte de seu projeto de levar a internet à áreas que atualmente não têm acesso à rede. A empresa já analisou 20 países e 21,6 milhões de quilômetros, gerando cerca de 350 TB de dados.

 

 

O atual cenário no Brasil

Já pudemos ver que, ao longo de todo o mundo, grandes empresas estão transformando a maneira como se comunicam com os seus clientes ou possíveis clientes, como oferecem uma experiência mais personalizada e como a tecnologia ajuda as pessoas no dia a dia. Mas e no Brasil, especificamente? Em quais áreas as empresas estão utilizando mais a IA e como estamos andando nesse processo?

Atualmente, existem cerca de 40 empresas iniciantes criadas exclusivamente para aplicarem ou desenvolverem soluções de IA no Brasil, e que tem como prioridade aumentar a eficiência em setores como seguros, marketing digital, varejo, agronegócios, educação, saúde, legislação, transporte, serviços financeiros e linguagem natural, de acordo com o It Fórum 365.

Por isso, há cerca de um ano atrás, um grupo de 16 empresas do setor anunciaram a criação da Associação Brasileira de Inteligência Artificial (ABRIA), primeira entidade que reúne startups e empresas consolidadas na área para ampliar a troca de informações e acelerar a adoção de plataformas de IA que melhorem a produtividade da economia brasileira. “Estudos internacionais indicam que a aplicação de soluções de AI gera, em média, aumento de 40% na produtividade das empresas que a adotam. Em segmentos como o varejo, por exemplo, este ganho chega a 60%, acelerando a tomada de decisões e auxiliando na prospecção de novos clientes” afirmou Yan Di, presidente da ABRIA, em entrevista ao It Fórum 365.

Além da iniciativa, diversas outras empresas estão apostando em soluções digitais nas mais variadas áreas de atuação. A Microsoft do Brasil, por exemplo, possui desde 2017 uma parceria com a Secretaria Estadual de Educação que, além de garantir a expansão da banda larga e a implantação de Wi-Fi para todas as 5 mil escolas do Estado, pretende transformar todos os materiais pedagógicos do Ensino Médio em materiais digitais. Os primeiros testes estão sendo feitos com o Caderno do Aluno de Matemática, que é disponibilizado em uma plataforma para smartphones e desktops.

Não apenas na área da educação, outros campos também vêm trazendo grandes avanços com a evolução da tecnologia. Entre eles, muitos foram citados por Mauro Seguro, diretor de Marketing da IBM Brasil, em evento realizado pelo Proxxima e escrito no portal CIO:

  • Setor da saúde: o trabalho em parceria com hospitais, universidades e governos possibilita a análise de uma grande quantidade de dados e informações médicas essenciais para diagnosticarem, tratarem e prevenirem doenças. O Fleury, por exemplo, em conjunto com a IBM, está implementando o Watson for Genomics no Brasil para informar e auxiliar a tomada de decisões médicas, por meio de pesquisas, estudos clínicos e artigos científicos;
  • Setor de mobilidade urbana: a plataforma Microsoft Azure é utilizada para sustentar aplicativos como a Zona Azul Digital, em São Paulo; a empresa Nexer, por sua vez, desenvolveu um aplicativo que informa os motoristas sobre aspectos mecânicos do carro, onde o veículo está em tempo real, contato com mecânicos, além de identificar as condições do trânsito e sugerir melhores rotas;
  • Setor automobilístico: a Volkswagen lançou o Virtus, primeiro veículo com manual cognitivo que interage por voz, texto ou imagens. O manual é disponibilizado em um aplicativo, que interage com os usuários por meio de linguagem natural. Quando o usuário não souber como perguntar algo, ele pode apenas tirar uma foto do painel que o erro será interpretado pelo app;
  • Setor de varejo: empresas como a UpPoints utilizam recursos para ajudar os varejistas e fabricantes a controlarem melhor seus estoques e produtos que estão disponibilizados em prateleiras de supermercados. Por meio de câmeras, é possível coletar dados como a quantidade de público em determinado tempo, distribuição das marcas nas gôndolas e o comportamento dos consumidores, segundo o Olhar Digital; Já a Leroy Merlin, utiliza a LIA, sua assistente virtual, para atender os clientes e tirar dúvidas sobre endereços de lojas, serviços, horários de funcionamento, entre outros;
  • Setor aéreo: o Smiles, programa de fidelidade da Gol Linhas Aéreas, utiliza robôs para responderem seus usuários nas redes sociais. A assistente virtual Emília consegue atender funções como verificação de reservas, consultas de vôos e solicitações de cancelamento sem a ajuda de seres humanos;
  • Setor jurídico: a assistente virtual CAROL foi adquirida da IBM pelo Urbano Vitalino Advogados para ajudar os advogados a buscarem informações, dados e elaborarem peças processuais de direito do consumidor e direito trabalhista;
  • Setor televisivo: a SKY utilizou IA para a sua operação de telecomunicações, e desenvolveu em conjunto com a Ícaro Tech um painel de controle que cataloga e analisa mais de um milhão de alertas diários do sistema, sobre todos os problemas que podem afetar a operação de banda larga da empresa.
  • Projetos em museus: diversos museus já implantaram tecnologias em suas exposições. Em 2017, a Pinacoteca de São Paulo, a Ogilvy e a IBM lançaram, juntas, a PINA, inteligência artificial que respondia cerca de 300 mil questões sobre sete obras de arte do museu, com linguagem natural – o projeto fez tanto sucesso que ganhou 4 leões em Cannes; o Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, por sua vez, lançou a IRIS+, uma inteligência artificial que conversa com o visitante no final de sua visita, falando sobre tudo o que ele aprendeu por lá e como ele pode ajudar a melhorar o país.

No Brasil e no mundo, a inteligência artificial já pode ser incorporada em muitas atividades que otimizam o marketing e o relacionamento de empresas com o cliente, além de facilitar o trabalho de profissionais da área. Alguns exemplos de onde ele já é utilizado em grande escala é: na coleta, armazenamento e análise de dados de usuários por meio do Big Data, tecnologia que ajuda a trazer melhores resultados em campanhas direcionadas; no uso de chatbots para atendimento e comunicação com o cliente, respondendo suas dúvidas de maneira mais rápida e ágil do que um ser humano; no uso de ferramentas que analisam e otimizam resultados, encontrando soluções mais rápido; e na otimização de ações de SEO, com ferramentas que pesquisam palavras-chave que podem ser essenciais em uma estratégia de Inbound Marketing.

Esses são apenas alguns dos exemplos de onde a tecnologia já está sendo utilizada e trazendo impactos positivos para seus usuários no Brasil. Além deles, no setor financeiro, o Bradesco foi um dos bancos que dobrou o orçamento destinado à IA em 2018, graças ao sucesso cada vez maior da BIA, inteligência artificial desenvolvida pelo banco.

O bot começou a ser criado em 2014, quando o Bradesco e a IBM se juntaram e, com base na tecnologia Watson da IBM, um novo robô foi criado para falar um idioma diferente do inglês. Dois anos depois, em 2016, já era possível que funcionários das agências utilizassem a BIA para tirar dúvidas dos clientes sobre produtos e serviços do banco.

A estratégia era utilizar IA em atividades internas e, a partir de resultados positivos, ela fosse ampliada e utilizada externamente. Segundo o portal da Opinion Box, Marcelo Câmara, gerente de inovação, afirma que “o índice de satisfação com os robôs que fazem atendimento ao público através do app para celulares é de 70%. Hoje, a máquina responde cerca de 11 mil questionamentos diariamente”. A BIA está treinada em 62 produtos, responde uma média de 300 mil perguntas mensalmente e possui uma taxa de precisão de 95%.

A assistente virtual funciona por computação cognitiva, de forma muito simples. Para que seja ativada, o usuário deve fazer perguntas e fornecer informações sobre a sua vida financeira. Quanto mais informações, melhor para que a BIA consiga antecipar as necessidades do usuário:

 

 

Outro bot que merece destaque por ter sido eleito pelo público como o melhor bot da categoria de serviços no 1º Bots Brasil Awards, é a Lu, criada pela Magazine Luiza. A assistente virtual, que consegue conversar com os usuários em uma linguagem natural e tem a sua aparência humanizada, surgiu “com o objetivo de automatizar uma demanda criada pela empatia dos clientes com a marca”, de acordo com o Bots Brasil.

“Apostamos em Inteligência Artificial muito antes do boom, e temos acompanhado os assistentes virtuais com muito entusiasmo. Ao mesmo tempo, o cliente é o centro de tudo, de modo que estamos sempre nos perguntando como melhorar a sua experiência conosco”, destacou Emori de Souza, Product Owner da Magazine Luiza, em entrevista ao Bots Brasil. “Começamos pensando no problema que queríamos resolver e o pós-venda logo apareceu em nossas conversas como uma área que apresentava muitas oportunidades de melhoria. Nos incomodava muito fazer um cliente esperar para ser atendido e mergulhamos nesse problema. Foi nessa jornada que resolvemos apostar nos chatbots”, completou.

Mesmo com a imaturidade do mercado com a tecnologia na época, a empresa apostou na Lu como uma persona que representasse a personalidade de toda a marca. O papel da assistente virtual, que estrela até em propagandas para a televisão e na internet, é ajudar os clientes a fazerem a melhor compra, de acordo com as suas necessidades. Para isso, ela oferece informações de produtos, tira dúvidas, mostra ofertas, entre outras funções.

Além disso, a Lu possui um canal no Youtube, explicando como funcionam diversos produtos vendidos pela Magazine Luiza, interagindo com o público e até mesmo com outros Youtubers, além de ter uma sessão chamada de #LuResponde, onde responde sobre assuntos diversos e mais perguntados pelos seguidores, como no vídeo abaixo:

 

 

O que esperar para o futuro

Diante de tantas inovações que estão crescendo e evoluindo cada vez mais, o que podemos esperar para o futuro? Inúmeras empresas brasileiras estão apostando em inteligência artificial atualmente, explorando áreas inimagináveis. Segundo reportagem realizada  pela IstoÉ em 2017, por exemplo, startups estão de olho em cifras bilionárias – dados que podemos notar pelo levantamento realizado pela 100 Open Startups ao portal, que identificou 88 startups focada no desenvolvimento de soluções de IA no Brasil.

Um estudo do Bank of America Merrill Lynch acredita que o mercado global de IA deve movimentar US$ 152,7 bilhões em 2020, e quase todos os setores da economia sentirão os impactos dessa nova ferramenta tecnológica. Além disso, a Gartner prevê que 85% dos centros de atendimento ao cliente serão virtuais até 2020. “A competição está crescendo e reduzindo os preços. Além disso, quanto mais usuários, menores os preços. Os descontos crescem à medida que a concorrência aumenta, chegando entre 30% e 40%”, afirmou Donald Freinberg, VP de Pesquisa da Gartner.

 

Fonte: IstoÉ Dinheiro

 

Já de acordo com o relatório State of Marketing, da SalesForce, 3.500 profissionais de marketing ao redor do mundo acreditam que o uso de inteligência artificial irá crescer em 54% (maior do que qualquer outro tipo de tecnologia) nos próximos dois anos. Dos entrevistados, 51% já utilizam em campos como hiper personalização do conteúdo, recomendação de produtos, criação de landing pages dinâmicas, jornadas preditivas e business insights.

Para a IstoÉ, o próximo passo dessas startups é levantar mais capital para os negócios, já que a maioria ainda está em estágio de captação. No entanto, diante de tantas inovações que já podemos ter acesso ao redor do mundo – e até mesmo em soluções específicas para o Brasil – de grandes, médias e pequenas empresas, é certo que, cada vez mais, veremos novas tecnologias de inteligência artificial sendo implantadas por aqui, com o objetivo de otimizar e entregar trabalhos com maior qualidade. Estamos apenas no começo dessa nova revolução tecnológica.

Na opinião de muitos especialistas, a crise econômica e os cortes de gastos que tomaram conta do país nos últimos anos não foi o melhor cenário para maiores investimentos no setor. No entanto, segundo a Opinion Box, é possível amenizar os impactos negativos revendo estratégias da cultura organizacional e antecipando situações para ter mais segurança na hora de lançar novos produtos, além de procurar novas indústrias e adaptar seus serviços às necessidades atuais. Dessa maneira, com as aplicações de IA em diversos setores, é possível vermos uma efetividade cada vez maior no engajamento com os clientes, conteúdos pessoais e segmentados, segurança de dados e aumento nas performances de campanhas.

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