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Reamper Lab #34 – Outubro Rosa

Cristiana Crespo e Wania Moraes falaram sobre a importância da visibilidade da data

Na última quinta-feira (25/10), o nosso Reamper Lab teve um tema especial: Outubro Rosa! Recebemos Cristiana Crespo, coach executiva empresarial, e Wania Moraes, master coach e palestrante, coordenadora do Projeto de Educação da WMT Coaching, Treinamento & Consultoria LDTA para um bate-papo sobre a data e a importância da sua visibilidade.

O movimento internacional tem como objetivo conscientizar as pessoas sobre a importância de um diagnóstico precoce e da prevenção contra o câncer de mama, que atinge milhares de mulheres todos os anos. Só no Brasil, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), estimam-se 59.700 casos novos para 2018 e 2019, com risco estimado de 56,33 casos a cada 100 mil mulheres. Os dados são alarmantes, e mostram a importância da prevenção e de movimentos que a incentivem.

Em 1982, o instituto Susan G. Komen Breast Cancer Foundation foi fundado por Nancy Brinker, com o objetivo de promover estudos sobre o câncer de mama. Graças a ele, a ação de Outubro Rosa teve seu início nos anos 90, na primeira “Corrida pela cura do câncer de mama”, que aconteceu em Nova York (EUA). Desde então, tornou-se conhecida mundialmente e vêm crescendo a cada ano, disseminando informações sobre a necessidade de todas as mulheres realizarem exames e se prevenirem contra a doença.

Atualmente, durante o mês de outubro, diversos monumentos e organizações mobilizam-se a favor da causa e mudam suas cores para rosa, associada à luta e a cura da doença, ou adicionando um laço rosa, conhecido como símbolo da campanha. No Brasil, a primeira ação foi feita em 2002 por um grupo de mulheres simpatizantes com a causa, que iluminaram o Obelisco Parque Ibirapuera de rosa, em São Paulo. A partir de 2008, as manifestações tornaram-se cada vez mais frequentes e várias entidades relacionadas ao câncer de mama passaram a iluminar prédios e monumentos de rosa.

 

Mas como podemos, afinal, prevenir essa doença?

Segundo dados do INCA, o câncer de mama é o segundo câncer que atinge mais mulheres ao redor do Brasil e do mundo, representando 28% dos casos de câncer por ano. Trata-se de uma neoplasia maligna que compromete o tecido mamário, e de acordo com pesquisa realizada pelo IBGE em 2012, em 20 anos, é provável que as mortes de mulheres pela doença aumentem em 16,7%. No entanto, de acordo com o Brasil Escola, as chances de cura são, aproximadamente, 95% quando descoberto precocemente.

Diversos fatores podem influenciar as chances de um câncer ser desenvolvido, e para que tenha mais chances de ser curado, é importante que seja encontrado rapidamente. Por isso, realizar exames é uma parte essencial de todo o processo, além de manter um estilo de vida saudável, com alimentação regrada e atividades físicas.

 

Fonte: Superbom

 

“Pense em seus problemas e liste eles para ver se realmente vale a pena ficar se remoendo ou se podemos arrumar soluções. Mas e diante de uma situação como o câncer, como podemos lidar com ele?” questionou Cristiana.

O exame de mamografia é o principal exame realizado para diagnóstico, e segundo a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), deve ser feito obrigatoriamente por mulheres a partir dos 40 anos de idade, todos os anos. Já o governo dos Estados Unidos, recomenda que as mulheres comecem os exames aos 45 anos, e o INCA aconselha somente entre os 50 e 69 anos a cada dois anos, caso não seja encontrada nenhuma alteração – a última alerta também sobre o risco de sobrediagnóstico e resultados falso-positivo, que podem levar à tratamentos desnecessários.

Além disso, o autoexame também é recomendado como forma de detecção da doença, para que sejam percebidos nódulos e podem salvar vidas. No entanto, nem todas as mulheres conseguem entender a anatomia do órgão e ele pode servir melhor apenas para diagnóstico quando a doença já está mais avançada, e por isso a consulta no médico é imprescindível.

 

Fonte: ConheSeremos

 

“Fazer o exame é fantástico, porque você trata o câncer com precocidade. Se você descobrir, olhe para isso, encare de frente e siga a vida. O câncer pode deixar a gente com algumas restrições, mas você que escolhe como vai viver”, completou Wania. “Olhem a vida com bom humor, mesmo que não saibam como resolver. Se você tem alguém passando por isso, mostre que está do lado da pessoa, é disso que a gente precisa”.

 

 

 

 

 

 

Obrigada pela participação de todos, pessoal!

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